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segunda-feira, 17 de julho de 2017

Opinião: Os ‘invisíveis’, entre traços das linhas finas – vida real sem ficção no cotidiano. Por Prof. Fábio Junior


Em tempos de geração de mídias sociais e o ‘gelo’ dos aplicativos para comunicação. As relações humanas deixam as pessoas não enxergarem a importância da vida e deixando-o os outros que estão diferentes da sua “classe sociail” como invisíveis, partindo do pressuposto da visão deste tempo da geração de mídias sociais e aplicativos para comunicação e um mundo tecnológico.
“Ser ‘invisível’ em uma sociedade que observa o que você veste, qual a sua formação é quem sãos seus amigos, e qual o seu ‘sobrenome’ não é fácil”. Onde somos a geração da maior classe econômica formada pelos – (da Silva ou Silva), assim como queira colocar como brasão da família brasileira.
Introduzindo a nossa realidade hoje à noite, duas semanas atrás, eu encontrei seis jovens fazendo arte, poesias e preservando a cultura popular. Eu parei para aplaudir e valorizar. E eles ficaram felizes e fui convidado e participei um pouco, daquele teatro sem nenhum pudor ou preconceito. Eram jovens incríveis, talentosos precisando ser descobertos pela as oportunidades da vida.
E a gente foi conversando e a conversa foi se envolvendo e fomos aprendendo um com o outro.
Ali, ouvindo seus conflitos, dilemas e dúvidas, anseios de uma sociedade ‘injusta’ e sem senso igualitário. Eu confesso que ia à “lanchonete” que é um espaço bem cultural, plural e diverso. Parei para pensar, e vi que "nós somos o todo e não uma parte da sociedade" imaginando os pensamentos filosóficos e sociológicos e estudo científicos com o olhar observador da antropologia.
Ali comecei a conversar e falamos sobre tudo. Ouvi depoimentos de vida incríveis. Tinha cristão, evangélico, agnóstico e ateísta. A gente só queria ouvir e sendo cada um com sua 'crença'.
Confesso que alguns eram evangélicos, católicos e deixaram sua prática ‘cristã’ por conta da "religião". Ela é o grande "mal" do século, pois destroem pessoas, sonhos, desejos e futuro.
E em instantes nos dirigimos para a lanchonete, continuar a conversa onde houve rima e palavras de amor e gratidão por este momento. E o “papo” foi se esticando, o lugar fechou e começou um depoimento de auto - valorização daqueles seres especiais. Cada um falava uma coisa bonita e o que enxergava sobre o outro e as qualidades! É foi muito bonito, cheio de emoção. Cheio de arrependimento...
Pedidos de perdão e desculpa, aconteceu naquele lugar!
Sentindo-me uma pessoa privilegiada, e as pessoas lá também se sentiram assim... .
Ser melhor como ser humano este foi o sentimento. Houve preconceito? Apenas amor!
A gente desejou ao término todos darem as mãos, fechar os olhos, conversar e desejar o bem, e então vamos orar - rezar ou desejar o bem aqueles que lá estavam. Saíram todos com a “alma em paz”, renovados.
A melhor coisa de ajudar uma pessoa e ouvi-la, observar, amar e compreender. Assim acabará ajudando-o a seguir um caminho com sucesso. Eu aprendi muito... .
São histórias da vida real!
Depois de um dia corrido eu consegui distribuir “amor” e receber “amor”.
O Senhor Jesus é um grande exemplo disso!
Então distribuía os ensinamentos do maior líder com as pequenas gentilezas: O bom dia, boa tarde, boa noite, por favor, com licença, obrigado, desculpa e tantas outras como sorrir para as pessoas sem mesmo a conhecê-la.
É um hábito pouquíssimo usado nessa sociedade imediatista, contemporânea e isolado das relações humanas e com sérios problemas de relacionamento interpessoal. É preciso ter traços em linhas finas para nunca faltar o brilho nos olhos e amor para oferecer mesmo levando "pedradas".
Não é fácil ser pobre em um país emergente como o nosso? Nação de segundo mundo com cara de primeiro!
Talvez os maiores "pecados" de uma nação deveria ser à coletividade, generosidade, gratidão, afeto, reconhecimento e amorosidade.
Seja como um 'menino', que acredita nas pessoas e que demonstra quando está chateado? Essa ação comportamental demonstra verdadeiríssimo!
Traga a 'inocência' e é nela que a pureza habita da alma humana.

Prof. Fábio Junior da Silva
Professor universitário, pós-graduação MBA, 
pesquisador e ativista sustentável.

Sinopse: Artigo de opinião focando sobre a realidade da sociedade e a falta de humanização sobre os seus semelhantes. E como a sociedade se comporta nas relações sociais em tempos de tecnologia e mídias sociais. Com enfoque em qualidade competências e valorização de uma sociedade contemporânea e cheia de diversidade.

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