As
redes de contatos são fundamentais para alavancar nosso negócio, vida pessoal,
profissional e influenciar para um mundo melhor e globalizado. Foi assim que à frase que ganhou o prêmio Nobel de Economia no
ano 1976, Milton Friedman norte-americano (1912-2006) que retrata um
verdadeiríssimo cenário do século XXI.
Mas é preciso conectar pessoas e inspirar para a construção
de lideranças inovadoras em nossa sociedade, foi assim que se criou á
sociocracia que é uma nova tendência em gestão de redes colaborativas que
juntam mutuamente para desenvolver as novas gestões das organizacionais é o
comporto de novos líderes e como eles devem atuar nesse processo de desenvolver
pessoas e criar novas culturas nessas tribos diversas na contemporaneidade.
Nessa relação de contatos e finidades corporativas, ou
amizade pessoal cria-se o engajamento para o desenvolvimento de novos negócios
e produtividade nas empresas para atingir resultados não apenas eficiente e sim
eficaz. “Sociocracia é um conjunto de princípios, padrões e processos de tomada
de decisão, governança, operações e feedback que transformam a estrutura e a cultura
das organizações deixando-as mais resilientes, responsivas e eficazes.”
Sociocracia.org. br.
A tendência de incorporar a sociocracia como cultura
empresarial e de vida muito utilizada nos países de primeiro muito que pensa de
forma globalizada. Logo após á crítica positiva do leitor Francisco Sousa, EUA
e indagou em seu texto à importância desta “nova cultura de gestão”
sociocrática que discorro um norte a seguir – A sociocracia traz uma visão de
trabalhar nas pessoas a transformação de seres resilientes que trazem
resultados e engaja-se nas atividades trabalhistas com a mesma energia que devem
seus projetos pessoais divide-se em - “Sociocracia Clássica: A palavra sociocracia — governo pelos “socius”
(pessoas que têm relação umas com as outras) — foi cunhada em 1851 pelo
filósofo August Comte, mas sua primeira aplicação prática foi com Kees Boeke na
educação, implementando os primeiros elementos de decisão sociocrática em uma
escola, na Holanda.
Nas
décadas de 70 e 80, Gerard Edenburg – ex-aluno de Boeke – herda a empresa de
engenharia da família e desenvolve nela o Método de Organização em Círculos
Sociocrático estabelecendo os princípios de círculos, elos duplos e
consentimento que estão na base da Sociocracia.
Sociocracia
3.0 S3 é uma evolução da Sociocracia clássica realizada
por James Priest, Lili David e Bernhard Bockelbrink a partir de
2015, que integra influências da Holacracia, Agile, Lean
e da Comunicação Não Violenta. É um guia prático e flexível, baseado em
princípios e de livre distribuição. A S3 propõe um conjunto de padrões e
processos que podem ser adaptados para cada organização,
incluindo padrões operacionais com métodos lean e ágeis.” – pela a
definição do saint, staging.sociocracia.org.br que amplia o horizonte
sobre a temática.”
Organizações que traz a dinâmica acelerada e
implementa a governa corporativa engajam as pessoas em resultados e aumenta,
produtividade, comprometimento dos funcionários; encorajam á criatividade,
inovação e espirito empreendedor. Além
de realçar adaptabilidade, flexibilidade, responsabilidade, liderança, moral; amplifica
o potencial de lucro, sustentabilidade social e ambiental. Desenvolve o
potencial gerencial interno; Reduzem faltas por licença médica, minimiza o
número de reuniões e as deixa mais produtivas. Melhora a orientação ao cliente,
facilita a certificação de qualidade ISO 9000, e a implementação da governança
dinâmica pode ajudar a reduzir o estresse no ambiente de trabalho e conseguir
maiores lucros, invertendo á espiral descendente de mau desempenho.
Prof. Fábio Junior da Silva, ADM – CRA- 13.040. Professor universitário,
pós-graduação MBA, pesquisador e ativista sustentável.

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