
A bala ainda ecoa a sua
ultima nota.
Na porta; Policiais elaboram
o roteiro fantasiado.
Para compor cenário de um preto,
Favelado e Hostil cidadão,
No chão,Um joão.
Que aguarda ali ensanguentado,
O choro de sua mãe e seus irmãos.
Os jornais da televisão foram chamados.
Para filmar o cenários forjado
destes roteiristas de magávél.
Digam-me; Não é mais viável?
Rotular, Perseguir e matar essa gente?
Do que dar saúde, escola e
uma vida decente,
A estes flagelos suburbanos?
Ah meus amigos puritanos,
O preto e a preta sempre
serão o coringa e a alerquina.
Seja em Caruaru,São Paulo ou Brasília.
Ah sempre vão dizer: pretinho ou
pretinha mais comunista, populista,
vitimista e sei lá mais o que.
Por isso "mano e minas" falo pra você.
Invés da bala envenena de morte.
pegue a metralhadora da poesia,
mire no sistema e acerte a
cabeça da oligarquia com um
maestoso, HEAD-SHORT.
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