19/12/18
Sim há Esperança por Prof. Fábio Junior
O preço do feijão
sim cabe no poema.
O preço do arroz
sim cabe no poema.
Sim cabem no poema o gás
a luz o telefone
a não sonegação
do leite
da carne
do açúcar
do pão
O funcionário público
sim cabe no poema
com seu salário ótimo
sua vida aberta em ideais.
Como sim cabe no poema
o trabalhador
que enobrece seu dia de empregado
e alimentado nas
empresas exemplares.
- porque o poema, senhoras (es),
está aberto:
"Sim há Esperança"
Só cabe no poema a
pessoa de estômago cheio
a mulher emponderada
a fruta sem veneno
O poema, senhoras (es),
é lindo sempre cheira
Ferreira Gullar, poema “Não Há vagas”
reescrito “Sim há Esperança” por Prof. Fábio Junior
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Um comentário:
Coisa linda!
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