O império já incomodava a todos,
A aquilo que transborda
ao esgotamento de uma bulica,
Pelo privado que reprovava as intenções reais
consideradas como estúpidas.
Compositores que em partituras escreviam
os seus problemas em suas músicas,
No Brasil a sua emancipação já surgia
pelas sanções de muitas mímicas,
Por uma obra a espera daquilo de ilustração
que pelo registro sempre se publica...
Dos montantes daqueles que vivem
daquilo que de solucionável se aplica,
Prontificado ao ruim que se encolhe
Ou de bom e de belo que o tempo a cada momento estica.
Banidos por quem vai
ou acomodados pra quem fica.
A um garrancho de desaprovação
ou a autorização feita à rubrica.
O fim do império sucedeu
pelo momento duma necessidade
em que o acontecimento autentica.
Do privado administrado
pelo que o povo exigia a revolta pelo que futrica,
Dos pobres que eram na sua maior parte
na relação ao pouco que havia como pessoa rica.
Pelos seus idealizadores,
Deodoro da Fonseca
Quintino Bocaiuva
Benjamin Constant
Rui Barbosa
Campos Sales
Floriano Peixoto.
Lá pelo dia 15 de Novembro de 1889,
Em um específico local
Onde hoje há uma Praça Pública,
Conhecida como Campo de Santana,
Visto por um panorama
de uma paisagem única.
A ideia era uma República Federativa
Presidencialista do Brasil.
Daquilo de endêmico que
dava alma pra este povo varonil.
A um garrancho de desaprovação
ou a autorização feita à rubrica,
Pelo heroico fato de uma realização
escrito a letra de uma música.
Realizou-se a nossa tão esperada
Proclamação da República.
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