17/11/19

A Proclamação da República - Paulo Roberto Giesteira*

O império já incomodava a todos,
A aquilo que transborda 

ao esgotamento de uma bulica,
Pelo privado que reprovava as intenções reais 

consideradas como estúpidas.
Compositores que em partituras escreviam 

os seus problemas em suas músicas,

No Brasil a sua emancipação já surgia 

pelas sanções de muitas mímicas,
Por uma obra a espera daquilo de ilustração 

que pelo registro sempre se publica...
Dos montantes daqueles que vivem 

daquilo que de solucionável se aplica,
Prontificado ao ruim que se encolhe
Ou de bom e de belo que o tempo a cada momento estica.

Banidos por quem vai 

ou acomodados pra quem fica.
A um garrancho de desaprovação 

ou a autorização feita à rubrica.

O fim do império sucedeu 

pelo momento duma necessidade 
em que o acontecimento autentica.

Do privado administrado 

pelo que o povo exigia a revolta pelo que futrica,
Dos pobres que eram na sua maior parte 

na relação ao pouco que havia como pessoa rica.

Pelos seus idealizadores, 

Deodoro da Fonseca
Quintino Bocaiuva
Benjamin Constant
Rui Barbosa
Campos Sales
Floriano Peixoto.

Lá pelo dia 15 de Novembro de 1889,
Em um específico local
Onde hoje há uma Praça Pública,
Conhecida como Campo de Santana,

Visto por um panorama 

de uma paisagem única.
A ideia era uma República Federativa 

Presidencialista do Brasil.
Daquilo de endêmico que 

dava alma pra este povo varonil.

A um garrancho de desaprovação 

ou a autorização feita à rubrica,
Pelo heroico fato de uma realização 

escrito a letra de uma música.
Realizou-se a nossa tão esperada 

Proclamação da República.

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