A origem da palavra “Gelontologia” vem do grego, pois, Ghelos é o deus do riso e assim, significa a terapia pelo riso ou diversão (estudo do riso). Ciência que estuda os benefícios para a saúde pelo ato de rir.
Na Polônia o desenvolvimento desse tratamento é utilizado desde 1999 com grande sucesso; iniciado pela Fundação “Dr. Clown” tendo os terapeutas vestidos de palhaços usando muito colorido nesse trabalho nos hospitais infantis. As enfermeiras também se apresentam caracterizadas para encantar os pacientes mirins e têm instalações especiais para orfanatos e outros locais onde há crianças doentes ou deficientes ao redor do mundo. Os médicos que seguem tal fórmula são chamados: Doutores da Alegria.
Dizem que o Homem é o único animal que ri, e o riso tem longas e interessantes histórias ao longo do tempo inclusive servindo como terapia importante na cura de certos pacientes; não é sem motivo que existe o jargão: “Rir é o melhor remédio”. Por isso os meios de comunicação primam por seus humoristas, pois piadas agradam muito e, as propagandas são quase todas com sorrisos bonitos de pessoas satisfeitas.
Os poetas surreais, que tudo podem, acham sorrisos em: flores, animais, estrelas, etc. Na letra da canção de Roberto Carlos há a frase: “Meu cachorro me sorriu, latindo”...À sublime Arte são permitidas certas incoerências dando asas à imaginação.
O sorriso enigmático da Mona Lisa afixado em tela pelo gênio Leonardo Da Vince fez dele o principal artista do Renascimento e sua tela está exposta no Museu Louvre em Paris onde se formam filas enormes de apreciadores pelo prazer de contemplá-la.
Como o choro, que nem sempre acontece por tristeza ou dor, mas também por alegria, emoção e demais sentimentos, o riso pode não expressar um estado de alma contente ou felicidade de vida. São muito comuns os risos sarcásticos, de inveja, ira ou tédio. Há pessoas risonhas, porém maldosas ( usando uma máscara bonita de satisfação, apenas para enganar) e outras, são carrancudas, (cara fechada, feia) mas, incapazes de quaisquer pecados. Entretanto, o sorriso, sem dúvida, embeleza a face, conquista facilmente, o que é admirado sempre.
Em tempos da sociedade colonial e aristocrata o sorriso servia de “senha” para os namorados sentirem-se aceitos; era o consentimento de aproximação já que não havia telefones, celulares, internet, e outras parafernálias digitais, apenas bilhetes e acenos. As mulheres não podiam demonstrar seus verdadeiros sentimentos, tinham que ser recatadas e saber quando e como sorrir. Precisavam manter obrigatoriamente um riso discreto, mesmo falso e forçado, por pura educação. Daí o conhecido ditado popular: “Quem vê cara, não vê coração”. Atualmente pode-se dar gostosas gargalhadas que não fazem mal a ninguém, pelo contrário.
Os brasileiros riem pelas coisas mais banais e detêm a fama de povo alegra que brinca e acha graça até de si mesmos, das próprias mazelas, chegando ao exagero de lembrar da frase: “Muito riso é sinal de pouco siso”.
A data seis de novembro é considerada o Dia Nacional do Riso que deve ser valorizado devido à sua importância, pois alegria contagia e traz leveza e beleza aos relacionamentos sendo de grande valia para o Ser Humano. Viva o riso!


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