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| Crédito da imagem: https://www.google.com/search?q=analisando+poesias |
Observando os itens: forma, métrica, tema, cenário e personagem. Faço as seguintes observações dessa poesia de Conceição França.
Não é quadra nem paródia, mas se aproxima de paródia, precisando apenas manter as regras de métrica. Tem rima de paródia, mas termina sendo poesia livre, no que concerne as divisões silábicas. Porém, mais uma vez Conceição compartilha seu lado poético nessas 6 estrofes com 24 versos. Foi buscar inspiração na mesa nordestina, suas comidas e preparos bem caseiros. No dia a dia talvez, da vida vivida nos sítios, ela narra uma situação de festa, gente chegando para comer, comida de qualidade e derivados do milho.
Mas na poesia Conceição também fala do lado religioso. Menciona o santo dos trabalhadores, das famílias e dos órfãos. E principalmente, quem sabe, não procediam com a tradição associada ao santo, o da medalhinha de São José “escondida” no bolo do dia da festa que as comunidades em diversas cidades costumam fazer.
Confira a coluna de Conceição AQUI


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