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| Foto de Ana Silveira em behance (Pinterest) |
Pegando carona mais uma vez na viagem com Valéria Barbalho, passeando pelas histórias de Caruaru me deparei com esse Fulô. Personagem? Não sei. Sobrenome? Sei não. Apelido? Não sei. Codinome? Sei não. De “gênero”? Não, não. Ah, recorri a Nelson Barbalho e ele me disse:
“Capitão Henrique Briand da Silva Pinto, fino homem de sociedade, cordato e democrata, inteligente e culto, adotava o excelente hábito de frequentar o Conselho Municipal e confabular com todos os seus membros, trocando ideias, sugerindo projetos, visando sempre o bem-estar dos munícipes e o progresso geral da Municipalidade. Desse bom convívio entre o Executivo e o Legislativo resultavam frutos sadios em forma de Leis Municipais, as primeiras, das quais, notáveis sobre todos os aspectos (...)”.
Em Caruaru de Henrique Pinto - Visão Histórica e Social - 1917 a 1920 (CEPE - Recife, 1981)
Olha essa poesia do Henrique Pinto “Fulô”, com rimas salteadas baseadas nas deixas da última palavra do verso anterior, pesquisei pra saber em qual categoria se incluía e não achei, acho que criação própria. Segue:
“Quem por acaso, por sandice
Disse,
Que o foot-ball não nos deleita...
Eita!
Agora mesmo se desdiga
Diga,
Que a bola é bola que enrabicha
A bicha,
Que importa o sol? Qual invernada,
Nada!
Um jogo fino, um jogo macho
Acho,
“Central”! “Sport”! Que serviço
Isso,
Sempre que os “teams” com vantagem
Agem,
Quem quer saber se no Ceará
“Ará”
Chuvas? Nem seca em Rio Grande
Ande,
Desde que a bola refregou
O “gô”,
E foi depois se insinuar
No ar? ...
Ar! Val a pena ver, Sinval
Sim, Val
As “torcedoras” do “Centrá”
“Trá”...”Trá”...
E o “Sport” sem as “torcidelas”
Delas!”
E mais. quer saber o causo do Prefeito, um Veado e um Pinto?
Então confira o texto completo AQUI

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