Missiva vem do francês lettre, em cuja raiz latina está missus. É o mesmo que carta, bilhete.
Ah! Se cada palavra estrangeira fosse aportuguesada, e deixássemos de vez essa matutice de “ingleisar” nossos falares.
Malude nos reporta com esse texto, a um tempo recebíamos carta, e nela nos concentrávamos, ficávamos olhando a caligrafia e lembrando do(a) remetente. Cheirávamos, abraçávamos e sonhávamos, era um costume, diria, até poético.
Hoje é tudo por MissiZapp ou Missigram! E a gente mal ler alguma coisa e já se tem várias outras para ser conferida, isso quando conseguimos ler, pois é um tá de “o texto subiu” e a poesia de ler sumiu... Não têm mais valor e poder documental, como lembra Malude.
Ela pontua também - É muito gostoso encontrar aquela “cartinha” no baú. Hoje só encontramos nas “nuvens”, se assim a gente guardou lá.
E as relíquias que ela recebeu de Nelson Barbalho? Ah, quer saber tudo, leia no artigo que ela postou acessando aqui: MISSIVAS.
.jpg)

Nenhum comentário:
Postar um comentário