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segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Uma pausa Necessária


A partir desta segunda, 21,
vamos dar uma pausa no blog.
O motivo é nobre: melhorar a qualidade de nosso serviço.
Voltamos em Setembro. Aguardem!!!

domingo, 20 de agosto de 2017

A MALDIÇÃO DA CASA ABANDONADA (Iram F. Rodrigues "Bradock") GERAÇÃO MANDACARU



BRADOCKIANA PRODUÇÕES E O blog: AGRESTE ROCK

Dos mesmos diretores de " BONECA MACABRA, O APITO
DO VIGIA NOTURNO e o DEMÔNIO DA PAREDE "

A MALDIÇÃO DA CASA ABANDONADA 
( o vulto da casa velha parte : III ) 

Série poesia oculta 
Adaptado da: " A Grande Literatura Bradockiana Universal " 
" - Um imenso labirinto amaldiçoado...
todas as saídas davam na entrada.
plantas gigantes...
mortas flores...
oculta história...
uma família inteira caíra em desgraça...
a maldição da casa abandonada."

ORDEM CULTURAL DO AGRESTE
( geração mandacaru )

Elenco: Diva Belo, Iram F. Rdrigues " Bradock "
Direção: Iram F. Rodrigues Bradock, Cícero Reinaldo Syros
Filmágen: Diva Belo e Cícero Reinaldo Syros
Edição: Iram F. Rodrigues Bradock
Produção: A Bradockiana Produções em parceria com o Blog
Agreste Rock.
Trilha: El Ritual: Satanas e Jex Thoth - Nothing left to die
Sinopse: Cícero Reinaldo "Syros "

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Pernambuco celebra titulação dos seis novos Patrimônios Vivos do estado

Jan Ribeiro/Secult-PE
Os novos seis Patrimônios Vivos de Pernambuco foram diplomados na manhã desta quinta-feira (17), durante ato no Teatro de Santa Isabel que contou com a presença do governador Paulo Câmara, autoridades políticas e personalidades da cultura pernambucana. O ato, marcado para acontecer no Dia Nacional do Patrimônio Histórico, titulou os nomes de Maria dos Prazeres, Mestre Chocho, André Madureira, José Pimentel, Reisado Inhanhum e Sociedade dos Bacamarteiros do Cabo como novos patrimônios, que foram diplomados junto aos vencedores do 2º Prêmio Ayrton de Almeida Carvalho de Preservação do Patrimônio Cultural.
Participaram da solenidade outros Patrimônios Vivos, como o Maestro Ademir Araújo, Claudionor Germano, Índia Morena, o Cariri Olindense, mestre Zé Lopes e a Sociedade Musical XV de Novembro. Na ocasião também foi prestada uma homenagem aos 80 anos do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), com a entrega de uma placa comemorativa à superintendente regional do Iphan, Renata Borba.
“Pernambuco tem buscado fazer com que a nossa cultura, uma das mais ricas do Brasil, tenha um olhar mais atento e busque sua preservação, valorização e difusão. A gente fica feliz de estar preservando as raízes culturais, buscando políticas inclusivas. Hoje é um dia para nós homenagearmos esses patrimônios, mas, acima de tudo, para refletirmos. Pernambuco ainda tem muito a avançar, temos uma cultura muito rica que precisa ser bem divulgada, bem difundida e apropriada pelos pernambucanos. O que nós queremos com movimentos como esse é fazer com que essa mensagem chegue a todos os pernambucanos, para que eles saibam que têm um Estado rico, com artistas maravilhosos que têm muito a contribuir com a nossa cultura”, disse o governador.
Na opinião de Marcelino Granja, secretário estadual de Cultural, investir em arte é uma forma de fazer com que a gente resista, avance e crie perspectivas para o futuro. “Quando o governador Paulo Câmara, desde o dia 1º de janeiro de 2015, fez um diagnóstico preciso de que teríamos meses de grande dificuldade, nós mantivemos Pernambuco de pé também na cultura. Neste período, com toda dificuldade, aumentamos o investimento no Funcultura, criamos um Funcultura dedicado à música e implantamos os conselhos de cultura, que hoje, ajudam a política pública de Pernambuco a ser democrática, inclusiva e pactuada. O Estado promove ações concretas, com uma política de desenvolvimento social que mantém a arte de pé. Avançamos para que tenhamos um povo mais feliz. Sem arte e sem cultura, isso não seria possível”, colocou Marcelino Granja.
Leia a matéria completa aqui.

Oportunidade de curso de qualificação profissional para arte-educadores em Caruaru

Curso de qualificação (40 horas) Destinado a arte educadores, educadores e mediadores de museus e instituições culturais com pelo menos o ensino médio completo, estudantes do ensino técnico e superior das regiões metropolitanas do Recife e do Agreste.
Busca promover a compreensão da cultura e da arte como campos conceituais construídos historicamente pela humanidade, desenvolver a ideia-conceito de arte como experiência, refletir sobre a trajetória histórica e sócioepistemológica dos programas educativos em museus e instituições culturais no Brasil, e mais especificamente em Pernambuco, identificar as diferentes tendências e concepções da mediação sociocultural nos processos educativos, analisar a abordagem triangular do ensino da arte como um dos princípios norteadores da prática da mediação em arte na atualidade, entre outros aspectos.
Conteúdo Além dos conteúdos que serão desenvolvidos em sala de aula, estão previstas no programa a realização de atividades práticas e visitas técnicas à Casa-museu Magdalena e Gilberto Freyre (Recife) e ao Museu do Barro (Caruaru) que permitirão vivenciar processos de mediação em instituições culturais, além de dar oportunidade para trocas de experiências entre os profissionais envolvidos nessas instituições e os cursistas.
Quem vai ministrar Everson Melquiades Araújo Silva - Arte/Educador, ator e professor do curso de Fundamentos do Ensino da Arte e do Teatro, do Centro de Educação da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).
É coordenador do Programa de Ensino de Arte Casa da Criatividade e do Núcleo Educacional Irmãos Menores de Francisco de Assis (NEIMFA). Diretor da Escolinha de Arte do Recife. Doutor e mestre em em Educação, pela UFPE e graduado em Pedagogia, pela UFPE. Dedica-se ao desenvolvendo pesquisas e estudos sobre Arte/Educação, com ênfase nos diferentes aspectos relacionados ao processo de formação de professores para o ensino de arte. Atua na área de educação e nos movimentos sociais e populares desde 1988.
Inscrições e mais informações AQUI

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Morre Fernando Farias, escritor caruaruense

Fernando Farias escritor caruaruense

Jornal de Caruaru
A notícia, que entristeceu o universo literário local, foi divulgado no perfil das redes sociais dele através de seus familiares, assim como as informações relativas ao enterro, que ocorreu na manhã desta quarta-feira (16) em Caruaru, na sede da União Brasileira de Escritores.
Natural de Caruaru, o pernambucano fez do Recife sua morada por mais de 30 anos, onde realizou um importante trabalho com jovens da Região Metropolitana.  Fernando Farias ficou conhecido por seu curso de Escrita Criativa para Jovens, em que formou gerações de amantes da escrita e jovens literatos. Se autodenominava contista e, de fato, suas pequenas narrativas tiveram bastante impacto e reconhecimento na cena – principalmente entre as crianças.
O escritor está sendo homenageado por diversos colegas no Facebook. Sidney Rocha lamentou a perda e celebrou a arte de Fernando com um vídeo da leitura de seu conto O Ovo Cósmico. “O escritor Fernando Farias se encantou hoje. Fez um excelente trabalho com crianças e jovens, através da Prefeitura de Jaboatão, ministrando oficinas de escrita criativa. Participou, por pouco tempo, do grupo Autoajuda Literária e publicou conosco Escrever ficção não é bicho-papão. Pelo engajamento, pelo talento e por nos divertir (e fazer pensar) com seus minicontos, vai fazer falta ao nosso meio literário. #RIP”, escreveu o escritor Raimundo de Moraes.

O comunicado

“Pessoas, é com grande pesar que eu, Sachiko, informo o falecimento, hoje, deste que, com tanta propriedade, soube retratar os sentimentos mais profundos dos seres humanos nos seus grandes pequenos contos. Vá em paz, Fernando Farias. Meu eterno companheiro, apesar dos pesares. Bom descanso. Finalmente parou de fumar… O velório está sendo providenciado, informarei, assim que confirmar, o local”, anunciou o comunicado no perfil do Facebook do escritor na tarde desta quarta (15).

Opinião: O “país” do velho clichê ‘cultural’ – Onde ‘rico’ cada vez fica mais ‘rico’ e o ‘pobre’ cada vez fica mais ‘pobre’. Por Prof. Fábio Junior da Silva

Há um grande número de críticas à implantação das ‘políticas’ como distribuição de renda as famílias e crescimento econômico-social. Sair do “mapa da fome” como todos sabem não é para todas as nações de segundo plano no globo terrestre.
Políticas públicas voltadas para a grande sociedade que é a população do Brasil?   
As poucas que tinham já estão em extinção nesse governo antidemocrático e sem nenhuma lisura no quesito escolha e governança. A ditadura chegou de forma legalizada dentro das linhas da constituição brasileira ferindo-a e com aval dos guardiões.
Entender os afunilamentos que existem para que se tenham as eficácias nas metas indicadas no planejamento semestral com pensamento de curto prazo e levando os resultados em longo prazo – quadrienal para que isso aconteça. É preciso monitorar e fiscalizar o “governo” e saber o que é feito com a arrecadação para vetar e proibir as farras nos jantares em milhões, bilhões e trilhões com o nosso dinheiro. E fica sem conseguir colocar a “dipirona” no hospital, merenda na escola, segurança pública e tapar a cratera da rua como exemplos simplistas. 
Não eleger políticos que não cuide dos pobres, não dialogue com o professor, maltrate os ‘vulneráveis’ e sacrifique o agricultor, índio á natureza e que não cumprimenta o gari no trabalho.
Gastar “bilhões” e investir em supérfluos de puro interesse próprio esquecendo ou querendo não priorizar o coletivismo. Em uma nação que possui seus principais pilares educação, segurança, saúde, inovação e políticas públicas de inclusão as classes sociais pobres. Realmente há uma prática de desenvolvimento sustentável – eixos social, econômico e ambiental.
Isenção em taxas de concursos públicos, cotas raciais, auxílio alimentação estudantil, moradia, bolsa-pesquisador, iniciação científica, acesso a educacional de qualidade, remuneração do professor digna, subsídio casa própria e financiamento estudantil e entre outros são de total relevância para sustentação de país que deseja mudar é cuidar da sua longevidade humana.
 Vamos compreender o paradoxo estudantil na educação pública:
O rico com sua riqueza moram em mansões ou apartamentos viaja nas férias em cruzeiros e faz intercâmbio no exterior e comida na mesa seis refeições ao dia no mínimo e motorista para levar onde deseja. E é aluno de universidade pública ou já se quiser estuda em uma universidade fora do país, compra todos os livros e ocupa os melhores cursos ao exemplo de medicina e almoça em restaurante.
O pobre trabalha o dia todo e ainda faz hora extra na empresa, chega atraso muitas vezes e não se alimentam antes. Às vezes conseguem comer no restaurante universitário. Poucos conseguem entrar em uma universidade pública e estudar de forma gratuita e comprar os livros limitando-se ao empréstimo na biblioteca, fotocópia, livro em pdf ou power point do professor. Utiliza transporte coletivo e as vezes que fazem o intercâmbio. E poucos participam dos programas de bolsas e residem em repúblicas para conseguir estudar e não desistir do curso.
É primordial trazer as pesquisas para a descoberta científica de muitas doenças e facilitar seu tratamento de cura é fruto de indivíduos que pensam de maneira humanitária na preservação dos seus povos e imagem da sua nação.
Agora? Sem direitos trabalhistas podemos trabalhar de maneira análoga e semelhante ao período de escravidão no país. Sem aposentadoria, pois os direitos adquiridos estão tirados para quem usufruir se não poderemos? Seria importante que a contribuição da aposentadoria fosse facultativa? Para todos poderem ‘satisfazer’ os banqueiros e fazer uma “previdência-privada”. Nessa linha de pensamento teríamos à garantia de uma aposentadoria até rápida sem teto e com o valor desejássemos.   
O brasileiro trabalha muito, pois ele é mão de obra para geração das riquezas empresariais dente a roupa que vestimos ou alimento na mesa. Incutido estava à mão do trabalhador para ter aquele produto ou serviço para a sociedade.
É preciso gerar empregos, baixar o “imposto” que sempre esteve muito elevado para sustentar a corrupção do poder “republicano”.
 Criar o imposto único como nos países “desenvolvidos” para melhor oxigenação da economia. Decretar a comunicação como “pública” e com prioridade para que todos sinta-se ouvidos, atendidos em suas solicitações e críticas. Trazer o moralismo as instituições do topo da pirâmide especificadamente, pois se está insustentável governar o país.


Sinopse: Este é um artigo de opinião baseado no cotidiano das pessoas da sociedade-sustentável. No enfoque que problematiza e questiona a vida e suas relações sociais na área pública e privada. Trazendo críticas, propostas e possíveis soluções para está temática apresentada.

Prof. Fábio Junior da Silva

        Administrador, Pesquisador e Ativista Sustentável.